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Figueirão se destaca no Estado por boa gestão fiscal, aponta índice naciona

Por Redação RegionalMS

 

Considerando o ano de 2024, mais da metade dos municípios de Mato Grosso do Sul possuem a gestão fiscal classificada como boa ou excelente. O IFGF (Índice Firjan de Gestão Fiscal) avalia os mais de 5 mil municípios brasileiros, os municípios da região norte do Estado, Figueirão e Alcinópolis está entre os 10 primeiros com índice de boa gestão fiscal.

Figueirão se destaca no Estado por boa gestão fiscal, aponta índice nacional

Assim, divide as cidades entre quatro categorias, com gestão de excelência, boa gestão, gestão com dificuldades e gestão crítica. Ademais, separa os municípios que não apresentam dados. O IFGF considera indicadores de autonomia, gastos com pessoal, investimentos e liquidez.

No Estado, são 60 municípios em boas condições de gestão fiscal, sendo que 25 estão classificados como excelentes gestões fiscais e outros 35 em boa situação.Outros 16 municípios estão entre os com índice de dificuldade, e apenas um de MS se classifica como gestão fiscal crítica. Importante pontuar que três cidades não apresentaram dados durante a classificação e análise do Firjan.

Confira os 10 primeiros municípios do Estado com excelente gestão fiscal em MS

1º – Figueirão – Nacional; 1º

1º – Paraíso das Águas – nacional; 1º

1º – Ribas do Rio Pardo – nacional; 1º

4º – Corguinho – Nacional; 6º

5º – Laguna Carapã – Nacional; 8º

6º – Água Clara – Nacional; 163º

7º – Brasilândia – Nacional; 250º

8º – Bataguassu – Nacional; 318º

9º – Alcinópolis – Nacional; 330º

10º – Santa Rita do Pardo – Nacional; 340º

Média dos municípios

Considerando o cenário nacional, a média entre os municípios brasileiros é de 0,6531 ponto. Ou seja, estão com boa situação fiscal no ano de 2024.O presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, pontua a melhoria do cenário nacional. “É fundamental considerarmos que o cenário está melhor por conta dos resultados econômicos de 2024 e de maior repasse de recursos”. Contudo, Caetano aponta que ‘isso pode não se repetir em outros momentos’.

Assim, destacou o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), que repassa recursos aos municípios ao menos três vezes ao mês. No total, as cidades receberam R$ 177 bilhões do Fundo em 2024.

Para Caetano, as cidades ainda devem focar em ações que estimulem a economia, para gerar recursos localmente. “Assim, além de não ficarem tão vulneráveis aos ciclos econômicos, darão oportunidades para a população, com melhoria da renda e da qualidade de vida”, defendeu.

Matéria editada com  informação do midiamax